Redes Social

Mostrando postagens com marcador Carnaval 2011. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Carnaval 2011. Mostrar todas as postagens

Alceu Valença, Pierre, e a Razão (?)

Pronto, deu o carai no último dia de carnaval em Vitória de Santo Antão. Alceu Valença e Pierre, filosofaram acerca da razão.


No último dia de carnaval, terça-feira (08/03), a diversidade cultural em Vitória de Santo Antão, Zona da Mata Sul de Pernambuco, trasformou-se em um ringue de batalha verbal entre o cantor Alceu Valença (que também é um Cantor do Caralho) e o cantor Pierre (que também é A Pressão de Pernambuco), na qual o artista vitoriense que puxava o bloco A Girafa, ao chegar a Praça Duque de Caxiais, onde estava o pólo do governo do Estado, teve uma enorme encaraiação... O que era para ser um encontro  harmonioso entre ambos os cantores, acabou se transformando em um belo diálogo de acusações.

No ocorrido, Alceu Valença (o Cantor do Caralho)  pediu para que o cantor vitoriense parasse de cantar e passasse com o trio-elétrico para que ele pudesse voltar com o seu show, porém isso não aconteceu. Pierre (A Pressão de Pernambuco), na verdade, queria fazer um dueto com o Artista Olindense, assim como fez em anos anteriores com outros artistas como Elba Ramalho, no entanto, desta vez, não obteve êxito. Alceu, se exaltou e disse que, se “ele (Pierre) quisesse cantar suas músicas baianas que fosse para Bahia.” - Vale destacar que Pierre estava cantando músicas do próprio Alceu Valença, ou seja “frevo” - . Em seguida,  Alceu se intitulou de “cantor do caralho”, “cantor internacional,” “deu banana,” se retirou por um instante, e quando voltou cantou “meia-horinha” e foi embora sem dá tchauzinho.

Durante o episódio, a Praça Duque de Caxias parecia mais um estádio de futebol, onde haviam os defensores do Cantor do Caralho (Alceu Valença), como também defensores da Pressão de Pernambuco (Pierre), principalmente os que estavam dentro do bloco “A Girafa.” Garrafas de água mineral e latas de cervejas voavam de um lado para o outro, caindo na cabeça de quem não tinha nada a ver.  
,
E foi  nesse clima filosofal  que aconteceu a grande despedida do carnaval na Cidade de Vitória de Santo Antão.

Nas ágoras de Vitória de Santo Antão, agora, a grande discussão é:  Com quem está a razão?   (se houve racionalidade).

Para os menos afortunados cognitivamente, podemos entender a razão como sendo a capacidade da mente humana que permite chegar a conclusões a partir de suposições ou premissas. É, entre outros, um dos meios pelo qual os seres racionais propõem razões ou explicações para causa e efeito. A razão é particularmente associada à natureza humana, ao que é único e definidor do ser humano.
 
A razão permite identificar e operar conceitos em abstração, resolver problemas, encontrar coerência ou contradição entre eles e, assim, descartar ou formar novos conceitos, de uma forma ordenada e, geralmente, orientada para objectivos. Inclui raciocinar, apreender, compreender, ponderar e julgar, por vezes usada como sinónimo de inteligência.

Como uma forma de chegar a conclusões, é frequentemente contraposta não só com o modo como os animais não-humanos parecem tomar decisões, mas também com a tomada de decisões baseada na autoridade, na intuição, na emoção, na superstição ou na fé. A razão é considerada pelos racionalistas a forma mais fiável de descobrir o que é verdadeiro ou melhor. A forma exata como a razão difere da emoção, fé e tradição é controversa, dado que as três são consideradas potencialmente racionais, e, em simultâneo, potencialmente em conflito com a razão.

A principal diferença entre a razão e outras formas de consciência está na explicação: o pensamento é tanto mais racional quanto mais conscientemente for pensado, de forma que possa ser expresso numa linguagem.

Desta forma, acreditamos que podemos afirmar que não houve racionalidade, nem pela Pressão de Pernambuco (Pierre), nem pelo Cantor do Caralho (Alceu Valença). O que houve foi uma verdadeira encaraiação.

E a nossa Rede de Televisão (Tv Vitória) registrou tudo Ao Vivo:  
Deu o Carai em Vitória
Informações complemantares da Encilopédia Livre Online (Wikipédia)
Imagens: Google Imagens
Youtube

É carnaval, Carai!


Deu o carai em Vitória! A cidade respira, transpira, urina e defeca carnaval. Carnaval, para os menos afortunados cognitivamente é uma festa popular que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Dizem, até, que Sócrates, Platão e Aristóteles brincavam na ágora.   Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Posteriormente, os gregos e romanos inseriram bebidas e práticas sexuais na festa, deixando a igreja encaraiada. Com o passar do tempo, gostando da putaria, o carnaval passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica, o que ocorreu de fato em 590 d.C. A

A partir da adoção do carnaval por parte da Igreja, a festa passou a ser comemorada através de cultos oficiais, o que bania os “atos pecaminosos”. Tal modificação foi fortemente espantosa aos olhos do povo, já que fugia das reais origens da festa, como o festejo pela alegria e pelas conquistas.

Em aproximadamente 1723, o carnaval chegou ao Brasil sob influência europeia. Ocorria através de desfiles de pessoas fantasiadas e mascaradas. Somente no século XIX que os blocos carnavalescos surgiram com carros decorados e pessoas fantasiadas de forma semelhante à de hoje.

Vitória de Santo Antão, já teve seu apogeu carnavalesco com os seus clubes e troças, caracterizados pelos nomes de animas, como Leão, Girafa, Coelho, Urso (Branco e Preto), Camelo, enfim, uma selva inteira. Porém, deu o carai em alguns Vitorienses que também são Baianos  e abafaram os tradicionais clubes com os trios elétricos – existe outra postagem que explica o que são trios elétricos -  e suas bandas de axé. Desta forma, os Vitorienses que também são Baianos conseguiram tirar metade do brilho e da fama do carnaval das alegorias . 

Contudo, não mataram, ainda, o bom e velho Frevo. Frevo, para os menos afortunados cognitivamente,  é um ritmo musical e uma dança brasileira com origens no estado de Pernambuco, misturando marcha, maxixe e elementos da capoeira. A palavra frevo vem de ferver, por corruptela, frever, que passou a designar: efervescência, agitação, confusão, rebuliço; apertão nas reuniões de grande massa popular no seu vai-e-vem em direções opostas, como o Carnaval, de acordo com o Vocabulário Pernambucano, de Pereira da Costa.

Como os escribas do Blog também curtem uma encaraiação, o Deu o Carai em Vitória, entrará em recesso voltando com novas reflexões na próxima quinta-feira (10/03), isto é, se tiverem vivos. Geralmente eles ficam em coma alcoólico, mas sobrevivem.


Deu o Carai em Vitória
Informações complementares do Portal Brasil Escola e Enciclopédia Livre Online (Wikipédia)
Imagens: Google Imagens
 

OUTROS BLOG'S DE VITÓRIA

OUTROS BLOG'S DE VITÓRIA
Revista Fragmentos

Travessia Mata Centro

Escola Virtual

Ven1

O Grito da Juventude


Dieguinho Gravações

Marcelo de Marco

Amor por Clássico