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INTERNAUTA RECLAMA SOBRE LOMBA IRREGULAR



Foi "instalada” uma lombada nas imediações do cajueiro na BR 232, em frente a VERD FRUT, que na realidade mais parece uma barricada, pois ela foi muito mal feita.
Ontem (28/11) a noite não estava com sinalização e o risco de acidente foi enorme, acontecendo até um acidente no local, por voltas da 20h, onde um motoqueiro não viu o quebra-molas, caiu e por pouco um caminhão não passa por cima dele. A moto ficou em "pedaços", pois o caminhão passou por cima da mesma.
Agora (29/11) no horário do almoço passei novamente pelo local, por se trata do caminho de volta do trabalho e o dito quebra-molas foi pintado de amarelo e colocado uma placa improvisada, informando da mesma, no lado contrario da via.
Nem todo carro consegue passar pelo local. MOTO BIZ, não consegue, a minha moto é uma Broz e quase que sofro um acidente ontem, minha sorte foi que vinha um caminhão e deu sinal, mesmo assim quase voei na moto.
 VOLTO informar essa Lombada com certeza está fora dos padrões. Ela é extremamente perigosa! Quem vem sentido POMBOS - VITORIA próximo ao posto do cajueiro a vista um muro e não uma Quebra - molas.
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NOTA

Segundo o código brasileiro de trânsito Art: 3º e 5º, as ondulações transversais às vias públicas (lombada), são denominadas de TIPO I e TIPO II.

TIPO I deve ter largura igual a da pista, mantendo-se as condições de drenagem, comprimento de 1,5 m e altura de no máximo 0,08 m e só poderão ser instaladas em vias que não circulem linhas regulares de transporte coletivo.

TIPO 2 deve ter largura igual a da pista, mantendo-se as condições de drenagem, comprimento de 3,7 m e altura de no máximo 0,10 m e só poderão ser instaladas em vias rurais que tenha necessidade de reduzir a velocidade em até 30 Km/h

O CTB é bem claro e específico. Não sei qual parte nossos governantes não entenderam, ou será que nossas lombadas estão todas regulares. 

Logo que foi aprovado o CTB, foi tentado cumprir, colocando-se redutores eletrônicos de velocidade (Lombada eletrônica), mas devido ao excessivo número de multas que os "chefões" dos municípios teriam que pagar, uma vez que seus filhinhos não obedecem lei nenhuma, foram logo removidas e colocadas essas absurdas lombadas físicas e tarugos, que fazem com que aumentem o consumo de combustível, além de danificar a suspensão dos veículos.

Até quando vamos infringir leis para satisfazer a vontade de poucos, que por possuírem muito ($) mandam.


Identidade do denunciante preservada
Blog Deu o Carai em Vitória
Denuncia enviada por e-mail (deuocaraiemvitoria@hotmail.com)

ÚLTIMO DIAS PARA AS INSCRIÇÕES DO PRONATEC, EM VITÓRIA DE SANTO ANTÃO





E para você que é mais parado do que zona dia de segunda-feira, saiba que é chegado o momento de reverter esta linda situação. A Prefeitura da Vitória em parceria com o Governo Federal, Senac e Senai está oferecendo novas vagas para qualificação profissional pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). No entanto, sem querer assustar, hoje (28/11) é o último dia para as inscrições para a formação da última turma de 2012.

Os cursos oferecidos são de Idiomas (Inglês e Espanhol) e Auxiliar de Operações Logísticas. Todas as turmas serão no período noturno. As aulas têm início previsto para o dia 10 de dezembro.

Os interessados deverão comparecer na Avenida Ivo Queiroz, 130, Loteamento São Severino. As inscrições serão realizadas das 8h às 12h.

Somente este ano a parceria da Prefeitura da Vitória com o Governo Federal qualificou cerca de três mil jovens para o mercado de trabalho com o padrão SENAI e SENAC em cursos como Costureiro Industrial, Auxiliar administrativo, Logística, Encanador, Assistente de Produção e Recursos Humanos e Modelista Industrial.

Em 2013 novas parcerias serão implementadas e mais oportunidades de qualificação serão criadas para os jovens. Uma delas com o IFPE disponibilizando 21 novos cursos, entre eles Editor Gráfico, Preparador de Derivados do Leite e Embutidos e Agente de Gestão de Resíduos Sólidos. A estimativa é que no próximo ano cerca de cinco mil jovens sejam qualificados. Todos os cursos são gratuitos.


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Informações complementares: Portal da Prefeitura da Vitória

TRABALHADOR X PRESIDIÁRIO




Você sabia que todo presidiário com filhos tem uma bolsa para sustentar a família, dado pelo INSS, pois o coitadinho não pode trabalhar para sustentar os filhos, pois está preso? Chama-se "Auxílio-reclusão" e, pasmem... quem for preso a partir de 1°/01/2012, receberá uma média de R$ 915,05 (quanto está o salário mínimo mesmo, para aqueles que trabalham honestamente?) 

O valor do auxílio-reclusão corresponde ao equivalente a 100% do salário-de-benefício (existe uma tabela). 

O salário-de-benefício corresponde à média dos 80% do maior salários-de-contribuição do período contributivo, a contar de julho de 1994. 

Para o segurado especial (trabalhador rural), o valor do auxílio-reclusão será de um salário-mínimo, se o mesmo não contribuiu facultativamente. 

Pergunta que não quer calar 1: 

Por acaso os filhos do sujeito que foi morto pelo coitadinho que está preso recebem uma bolsa para seu sustento? 

Pergunta que não quer calar 2: 

Já viu algum defensor dos Direitos Humanos defendendo esta bolsa para os filhos das vítimas? 

É por isso que a criminalidade não diminui...  Mate e assalte...... e ganhe o Bolsa - Bandido...!

E depois o Governo (isto começou com Lula e continua com a Presidente Dilma) vem dizer que o INSS não tem dinheiro para pagar o reajuste justo aos aposentados...!

Sabe quem está financiando esta regalia do Bolsa Bandido ? 

Nós, com os impostos e contribuições! 

Tire a dúvida neste "site":
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Texto: Portal Café Brasil

MÊS DA CONSCIÊNCIA NEGRA, É MOMENTO DE RESISTÊNCIA AO RACISMO INSTITUCIONAL




Todos os anos, no mês de Novembro, o Movimento Negro realiza atividades em comemoração ao Dia da Consciência Negra, comemorado no dia 20, em homenagem a Zumbi dos Palmares, traído e assassinado no ano de 1695.

Em Pernambuco, as atividades foram abertas oficialmente com a realização da 6ª Caminhada de Terreiros, realizada na última segunda-feira (05/11), em Recife, que reuniu mai de 10 mil pessoas, entre representantes de cerca de 2000 templos de religiões de matriz africana e/ou ativistas e representantes de entidades que fazem a luta contra o preconceito racial.

Além de uma justa homenagem a Mãe Amara de Aganjú, Pai Adolfo de Sàngó, Pai Paulo Braz (neto biológico de Pai Adão) e Mãe Biliu, que morreu em Agosto, a Caminhada serviu como protesto contra medidas recentes tomadas em Pernambuco e que prejudicaram a luta do movimento negro:

O primeiro ponto combatido pelo movimento é a chamada “Lei do Silêncio” que tem atingido os templos tradicionais, causando constrangimentos durante a realização dos rituais próprios dessas religiões e que não prevê essa questão.

O segundo ponto, pode parecer bem específico de Recife, mas não é. Há mais de doze anos o Movimento Negro Unificado realizava uma atividade que ficou conhecida nacional e internacionalmente como o principal polo de resistência da cultura afro em Pernambuco, a “Terça negra”. Um espaço para o encontro entre o tradicional e o novo, produzidos pelas comunidades, do Afoxé, ao Rap, do maracatu, ao Reggae e que este ano teve seu financiamento cortado pela Prefeitura de Recife, simplesmente porque “esqueceram” de incluir no orçamento.

Não estamos falando de uma atividade esporádica ou experimental. Estamos falando de uma importante iniciativa de formação de valores e difusão de cultura, que acontecia de maneira perene e que contribuiu demais para a visibilidade das comunidades afrodescendentes de todo o estado, além da geração de emprego e renda (perguntem aos trabalhadores do comércio ambulante e mesmo para os funcionários e empresários do Pátio de São Pedro). A revolta do público e da comunidade afrodescendente de Recife gerou um protesto que se repetirá todas as terças-feiras deste mês, a partir das 18h: a Terça da Resistência Negra, ocupação cultural do Pátio de São Pedro, com atrações diversas e voluntárias.

Mais que a falta de cachê para grupos culturais populares de qualidade ou a retirada do palco para que estes se apresentassem, o fim da Terça Negra representou um ataque a uma parceria que era realizada pelo MNU e a PCR, que trazia benefícios a toda a população. Há quem sustente inclusive o argumento de que essa iniciativa atenderia a interesses privados de olho nos turistas que virão ao estado durante a Copa das Confederações e a Copa do Mundo. Espero que esses estejam errados, pois seria de uma idiotice tremenda acabar com uma iniciativa que deu certo, já havia se tornado tradicional e atendia a uma demanda cultural reprimida para substituí-la por outra com o mesmo sentido e se for pra substituir por outra com objetivos diferentes, terão que enfrentar a resistência de um público já acostumado com a anterior.


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Texto extraído integralmente do Blog Acerto de Contas

As cotas raciais nos concursos públicos prometem gerar polêmica




Folha de São Paulo trouxe uma notícia que vai deixar muita gente estressada: a cota para negros nos concursos públicos.

A ideia é reduzir a desigualdade racial no Brasil, desta vez através da admissão via concurso em cotas, que segundo a Folha, seria de 30% das vagas.
Mas a proposta vai além: cria benefícios fiscais para empresas que optassem por seguir a linha adotada pelo Governo Federal.

As cotas raciais de emprego são adotadas em alguns países, a exemplo dos Estados Unidos, mas possuem percentuais muito mais baixos. Na verdade a política de ações afirmativas americana está presente de várias formas, especialmente nas universidades, onde muitas praticam as cotas para professores e para vagas em doutorados.

No caso americano, até cotas para PhD´s existem. Uma grande parte dos professores universitários brasileiros estudaram nos EUA através de cotas para latino-americanos ou para países em desenvolvimento.

Independente do percentual a ser adotado por Dilma, será uma medida de grande polêmica, já que concurso público virou sinônimo de profissão para muita gente.
Por mim, o desempenho do aluno na Universidade (ou Enem) deveria servir como base para as vagas nos concursos. Obviamente aliado à qualidade da Instituição. Quanto melhor fosse a universidade, mais vagas teria direito nas seleções.

Com isso, forçaríamos os estudantes à dedicação desde o começo da universidade, e evitaríamos a indústria dos concursos, que no fundo trazem grande perda de produtividade ao país, já que são centenas de milhares de jovens que se dedica, apenas a arte de decorar.

Particularmente como sou contra a cultura do concurso público, não vejo o menor problemas nas cotas raciais, apenas acho o percentual muito elevado, se os pardos não estiverem contemplados. Mas nem todo mundo vai encarar desta forma.



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Texto extraído do Blog Acerto de Contas

UFRPE decide acabar com a moleza e encerra a maior greve da história





E para você, estudante universitário da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), que está mais expert em assuntos eleitoreiros do que em assuntos científicos, saiba que seus quatro meses de inutilidade chegou ao fim.

Exatamente 120 dias depois de iniciarem a maior greve da história da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), os professores decidiram em assembleia, na manhã da última segunda-feira (17/09), retomar as aulas e acabar com a moleza dos universitários, que por sinal são o futuro do País. O reinício do semestre letivo só será, no entanto, na próxima segunda (24/09). O Conselho Universitário se reúne nesta quarta-feira (19) pra definir novo calendário acadêmico.


De acordo com a Associação dos Docentes da UFRPE (Aduferpe), a universidade conta com 1200 professores em todos os campi, mas apenas 84 estiveram na assembleia desta manhã. Nenhum dos professores se absteve da votação; 83 votaram a favor do fim da greve e só um contra.



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Informações complementares: Portal NE10

Para que servem mesmo os hinos nacionais?


Este artigo é dirigido não apenas para os brasileiros, mas para todos os países e povos do planeta. Traduzi-lo para outras línguas será de muito bom grado. Também não busca inferiorizar o Brasil ou qualquer outra nação em relação às demais, muito pelo contrário.



“Ouviram do Ipiranga as margens plácidas…” Quando ouço essa música, em vez de sentir “orgulho” do país, pensar na suposta superioridade ambiental do mesmo, imaginar o Brasil como potência geopolítica num futuro hipotético, começo a pensar: para que servem mesmo os hinos nacionais? Qual a contribuição deles para um mundo melhor e mais unido? A utilidade do hino, em meu pensamento, se faz fortemente questionada.

Mediante essas questões, me vem à mente a ideia de que os hinos são resquícios de uma época em que o nacionalismo, o sentimento de que seu país é superior a todos os demais, era tratado como uma virtude e um valor inquestionável – ou melhor, questionável apenas por anarquistas. Entretanto, quando se muda o ângulo da visão do mundo, da arrogância patriocêntrica à filosofia de união internacional, percebemos que os hinos nacionais são dispensáveis num mundo unido e igualitário que irreleve diferenças territoriais, étnicas e religiosas.

A opinião favorável ao hino patriótico afirma que ele é bom porque exalta os esforços, tradições e virtudes do povo, valoriza a riqueza ambiental do país e releva a identidade nacional. É muito bonita a intenção, mas e os outros povos, as outras nações? O que realmente faz tal pátria ter um povo mais esforçado e virtuoso e melhores tradições do que todas as outras? Por que temos que necessariamente crer que somos “melhores” em vez de tratar todos os povos e nações do planeta como igualmente dignos e lutadores?

É essa a ideia mais imediata que o hino nacional passa: a de que a nação tal é superior e deve ser venerada mais que todas as outras. Amar um pedaço de terra encerrado por linhas imaginárias que separam povos e lhes motivam ocasionais desuniões, discórdias e dissensões, valorizar mais este trecho específico do planeta do que o mundo como um todo, só porque nascemos dentro dos seus limites territoriais.

O pensamento da união e igualdade mundiais recusa essa acepção. Não há porque um país se arrogar melhor que outro. Não há razões válidas para um Estado repetir periodicamente aos seus governados que “sua pátria é a melhor e deve ser amada acima de qualquer outra região do mundo”. Enfim, o nacionalismo, tão importante num mundo repleto de guerras e discórdias que obrigam a promoção de lutas sangrentas por liberdade, não faria sentido num planeta de países absolutamente solidários e amigos.

E é esse nacionalismo que é exaltado nos hinos nacionais. São eles que lembram à passional psique coletiva dos habitantes do país que eles vivem no “melhor país”, são o “melhor povo”, habitam o “melhor ambiente” e, às vezes, professam a “melhor religião”. E tome ufanismo, que, se não é acompanhado de uma devida educação pregadora da igualdade entre os povos (!), abre uma grande suscetibilidade a desgraças como xenofobia, ódio étnico e intolerância religiosa.

Para piorar, grande parte dos hinos pelo mundo exaltam venenosamente o hábito de guerrear. Hábitos e detalhes de guerra não faltam nessas canções: pegar em armas (exemplo: Portugal), marchar rumo à batalha (China), não fugir da carnificina da guerra (Brasil), morrer em guerra pelo país (Brasil também), estouro de bombas (EUA)… Em várias ocasiões, também há a exaltação de uma religião ou deus específico, como na Arábia Saudita (islamismo), Israel (judaísmo), EUA (deus cristão) e Venezuela (idem).

O que esperar de um mundo fragmentado em pedaços onde se cantam odes à suposta superioridade de cada um senão desunião, discórdias, explosões de ódio e, logicamente, guerras?

Há, entretanto, exceções, pelo menos uma. Trata-se do hino de Belarus, o qual defende o pacifismo nacional e a amizade entre os povos. Canta sim o louvor à nação, mas saudavelmente não é aquele louvor patriocêntrico, do tipo “minha pátria é a melhor”. Se todos os hinos nacionais fossem assim, os sentimentos dos mais diversos povos estariam ao menos bem mais acalmados, bem menos incitados ao fervor da luta violenta.

Abolir ou mudar radicalmente os hinos nacionais seria um alívio para a animosidade entre nações e povos, muito embora não fosse a panaceia que pacificaria a humanidade. Além do mais, só daria certo a pacificação dos símbolos nacionais se essa fosse uma tendência que já começasse com uma grande adesão, com muitos países ao redor do mundo decretando no mesmo dia ou semana o banimento da guerra e da superioridade nacional entre os seus valores pátrios.

No presente momento, no qual a universalização da ideia de questionar a função dos hinos patriocêntricos e violentos ainda é apenas uma distante utopia, vale tentar deixar de lado a passionalidade patriótica e começar a refletir se realmente está sendo bom para o país e para o todo internacional repetir periodicamente uma música que insiste que “esta pátria é a melhor e vamos à guerra para reafirmar isso”.



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Texto extraído integralmente do Blog Acerto de Contas

Um desabafo sobre a greve e as universidades




E chega o dia 31 de agosto e o Governo não mostra disposição alguma para negociar com os professores em greve.

Por outro lado, somos representados por dois sindicatos, um pelego e outro corporativista, que acredita que mérito acadêmico é algo que deva ser desprezado nas universidades. E não estou aqui falando do produtivismo bisonho que temos hoje, onde a produção científica tem menos impacto que um artigo da Revista Capricho, mas de um reconhecimento efetivo e amplo por parte do sistema.

O resultado de anos nesta situação dúbia, com representação sindical distorcida e um Governo autoritário, é esta universidade capenga que temos.

Orçamentos bilionários, como o da UFPE, e ao mesmo tempo salas de aula superlotadas e calorentas, banheiros que se assemelham aos de presídios, prédios caindo aos pedaços (como o CFCH) e professores desmotivados, já que não há diferença funcional entre ser um profissional comprometido ou relapso.

Sou professor há 16 anos e nunca faltei a uma aula sequer, e ao mesmo tempo, vejo colegas sem o menor comprometimento, que tratam seus alunos como se fossem pessoas desprezíveis, tendo a mesma remuneração e ainda com mais espaço porque serve aos interesses do “sistema”. O pior é que muitos desses não cabem dentro da própria vaidade.

Que futuro tem uma organização como essa?

Já nos comandos das universidades, centenas de professores duelam por um cargo comissionado, vendendo até a alma se preciso por uma gratificação. São os educocratas, que via de regra têm horror à sala de aula e aos alunos. É a politicagem em seu estado mais grotesco.

No fim de tudo, o resultado de uma greve justa acaba sendo pífio.
E tudo isto tem origem neste grupo que hoje ocupa o Ministério da Educação, em particular os senhores Aloísio Mercadante e Amaro Lins. Se mostram mais autoritários do que todos os que por ali passaram. Posso ter divergências quanto à visão de nosso sindicato, mas ele nos representa, e só posso considerar inaceitável encerrar as negociações sem nunca ter se reunido para um discussão efetiva.

O pior é que acaba-se a greve e a instituição volta exatamente da mesma forma: burocrática.

E nesta pisada quem sofre são os alunos. Justamente aqueles que deveriam ser o centro das atenções de uma instituição de ensino.

Triste o fim disso tudo.

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Texto extraído integralmente do Blog Acerto de Contas

Breve história dos mensalões.


Desde que Caminha inaugurou o tráfico de influência, nossa tradição é usar o Estado para favorecer privilegiados: barões, coronéis ou conglomerados.


"O Código Penal é a causa de todos os crimes." (Millôr)


Mensalão não é tipo penal. Mas os delitos de corrupção, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, peculato, gestão fraudulenta e caixa dois de campanha que essa marca de fantasia abriga são. Em variados graus, esses crimes estão presentes entre nós, em sucessivos escândalos, dos primórdios de nossa colonização até o Cachoeira/Delta do momento.

Do ponto de vista histórico, poderíamos numerar o julgamento em curso no STF como Ação Penal 500, e não 470... O Brasil formou-se com estadania e sem cidadania, e a engrenagem dirigente, seja a da Ordem de Cristo aliançada com o Estado absolutista português, seja a dos governos republicanos, favoreceu o patrimonialismo de grupos privilegiados.

Bem além do tráfico de influência que Caminha, escrivão da frota de Cabral, praticou junto a El Rei -pedindo o fim do degredo de seu genro-, o que maculou a sociedade que aqui se forjava foi o tráfico de africanos escravizados, a concentração fundiária e a dizimação dos povos nativos. Corrupção secular e estrutural, que nos faz sangrar até hoje.

O Império manteve monocultura, latifúndio e, como rezava a Constituição outorgada em 1824, "o contrato entre senhores e escravos". Terras e vidas eram bens a serem surrupiados. A quadrinha popular denunciava: "Quem rouba pouco é ladrão/ quem rouba muito é barão".

A República Velha, patriarcal e coronelista, instituiu um sistema eleitoral baseado na fraude: currais eleitorais, voto de cabresto, eleições a bico de pena. Há dramática continuidade disso na atual campanha municipal: nas periferias e nos grotões, vicejam o compadrio, o mandonismo e a compra de votos.

A partir de 1930, com o fortalecimento do setor público no Brasil, cresceram as oportunidades de corrupção e aumentou também a reação a ela, inclusive da imprensa. A diversidade política, ampliada a partir de 1945 -ainda que com o longo intervalo trevoso e de corrupção oculta da ditadura civil-militar de 1964- metabolizou maléfica criatividade para a consolidação do que hoje se chama governabilidade.

O presidencialismo de coalizão é de cooptação. Repasse de dinheiro, oferta de cargos e liberação de emendas cristalizam o adesismo atávico que permeia nossa tradição política.

O processo de privatizações, sob a capa da modernidade, nos anos 1990, foi eivado de desvios e falta de transparência. Mas não carimbemos a roubalheira como característica nacional. Favorecimento a grandes conglomerados, aplicações em paraísos fiscais e manipulação de taxas de juros para ganhos financeiros são fenômenos mundiais. Quanto mais nossa economia se internacionaliza, mais internalizamos essa dinâmica nefasta.

Espera-se que o Supremo fixe um marco histórico que, vivificado por uma nova consciência cidadã, condene esses crônicos abusos na conquista e no exercício do poder.

O sistema político, que a representação parlamentar não ousa reformar, é indutor de corrupção, cuja porta de entrada é o financiamento milionário das campanhas.Não é da natureza das empresas fazer doações, e sim investimentos.

Urge reagir ao fatalismo do "é assim mesmo" ou à legitimação do ilegítimo "todos fazem", como sempre alega o PT. O Brasil está diante de uma encruzilhada: pode afirmar o princípio da ética na política ou naturalizar a sua degradação.

A saída depende de uma postura institucional que demanda lastro cultural e pessoal. Que vigore a Carta Magna de artigo único atribuída a Capistrano de Abreu (1853-1927): "Todo brasileiro deve ter vergonha na cara".



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Texto: Facebook/Politicarias

Ministério da Saúde paga, Com o nosso dinheiro, 163 Vezes a mais por medicamentos



O Tribunal de Contas da União (TCU) precisa investigar o procedimento do Ministério da Saúde de pagar preços mais elevados pelos remédios vendidos no Programa Aqui Tem Farmácia Popular do que os valores desembolsados pelos municípios na aquisição de medicamentos distribuídos gratuitamente nos postos de saúde do País. Ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, cabe explicações para o superpreço praticados pela pasta. "O ministro deve explicações ao Senado, ao País, à sociedade brasileira".

Reportagem publicada nesta segunda-feira, 20, no jornal O Estado de S. Paulo mostra, por exemplo, que o Ministério da Saúde paga por uma cartela de anticoncepcional vendida no programa do governo até 163 vezes mais do que os municípios. Levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo, com base em dados de um banco público de compras, mostra que o ministério pagou mais por 17 dos 21 itens analisados. A diferença entre o que saiu do caixa do governo federal e o menor preço encontrado no mercado em compras feitas este ano no programa chega a R$ 504,5 milhões.

A "distorção" nos preços alimenta "suspeitas" sobre a existência de uma caixinha eleitoral. A indignação é a mesma com relação à medida provisória aprovada no início deste mês que autoriza o Ministério da Saúde, sem a necessidade de licitação, comprar medicamentos estratégicos ao Sistema Único de Saúde (SUS) e escolher empresas privadas para participar de parcerias de transferência de tecnologia. "Ou seja, abrindo porta para a corrupção".

É "risível" a explicação do ministério de que a pasta economiza em outros gastos que teria se a compra não fosse feita como é, ressarcindo diretamente as farmácias particulares, sem arcar com outros custos como transporte, armazenamento dos remédios e recursos humanos. A equipe do ministério não sabe informar quanto seria necessário para arcar com esses gastos. "É dever do governo economizar sempre. Se essa é uma justificativa, é uma justificativa risível", "É dever do governo economizar sempre, não há justificativa para o aumento de preços, para o desperdício".


Blog Deu o Carai em Vitória
Texto extraído do facebook/politicarias

A farra olímpica de Dilma e do resto do bando...


...Que você, contribuinte, pagou. 



Nas Olimpíadas de Londres, a “presidenta” resolveu fazer uma farra com o dinheiro dos impostos pagos por você, contribuinte.

Majestática, levou um séqüito de 67 “otoridades”, para se ter uma idéia, esse número corresponde a 26% do total dos atletas brasileiros (259).

Como diria a "dona" Hebe: "Que gracinha !

Foram 9 para sua guarda pessoal: o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), os ministros Antonio de Aguiar Patriota (Relações Exteriores), Aloizio Mercadante Oliva (Educação), Marco Antonio Raupp (Ciência, Tecnologia e Inovação), Aldo Rebelo (Esporte), Gastão Dias Vieira (Turismo) e Helena Chagas (Comunicação Social). 

Além deles, integram a comitiva Roberto Jaguaribe, embaixador do Brasil em Londres, e Paulo Ângelo Liégio Matão, intérprete.

O Ministério do Esporte, que coordena pelo governo os megaeventos esportivos no Brasil, é a Pasta que apresenta o maior número de “convidados”.

Além do ministro Aldo Rebelo, 20 funcionários de diversas áreas participam de atividades olímpicas em Londres. Também estão representados os ministérios das Cidades, Comunicação Social, Defesa, Justiça, Cultura e Turismo. 

Além disso, os presidentes do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, e Caixa Econômica Federal, Jorge Fontes Hereda, também foram “liberados” para acompanhar os jogos. Como é bom viajar com dinheiro alheio!

Como Dilma disse que vinha às Olimpíadas, de olho na preparação dos Jogos Rio 2016, por seus quatro dias de permanência (24 a 28/7), assim, para receber autoridades locais e promover reuniões de trabalho em Londres, a presidente Dilma utilizou salas no Ritz Hotel London.

Só o gabinete presidencial custou R$ 50.790,30, sendo essa despesa explicada: “São valores pequenos se comparados ao gigantismo dos Jogos Olímpicos". 
Mas a quatro anos do evento no Brasil o governo federal já abriu os cofres para que a festa esportiva no Rio de Janeiro seja a melhor de todas, afirmou a própria “presidenta”.
A participação do Brasil nos Jogos Olímpicos, pode ser considerada no mínimo pífia. O primeiro que o país participou, foi a 8ª em Antuérpia (Bélgica 1920). Nas 22 presenças conseguiu apenas 91 medalhas o que o coloca em 32° lugar do medalheiro mundial. Para se ter uma idéia o 10° país na classificação, a Suécia tem 475 medalhas e o primeiro, Estados Unidos 2298.

Quer dizer, afora as sacanagens da farra, a viagem de Dilma é a expressão máxima da inutilidade. Por falar em inutilidade e pelo conjunto da obra, poderiam ter levado também a "dona" Marisa Letícia, notável atleta da modalidade "levantamento de cartão corporativo". Nós merecemos.

Dilma Rousseff, Eduardo Paes e Sérgio Cabral, formam a equipe que disputará em Londres a modalidade “Cuspe em Distância".

O preço da farra da turma de Dilma, Cabral e Paes para assistir a cerimônia de abertura das Olimpíadas.

O jornalista Renato Maurício Prado, revela na sua coluna do Globo neste domingo, que políticos brasileiros comentavam em Londres que os ingressos, só para abertura das Olimpíadas, custaram 4 mil libras, o equivalente a 12 mil reais. Levando em consideração que Cabral e Paes carregaram nas comitivas, cada um, em torno de 20 pessoas, somando passagens aéreas, hospedagem em hotéis de luxo, transporte em Londres e outras mordomias, é uma verdadeira farra olímpica. E é claro, quem está pagando tudo somos nós. Como disse o colunista do Globo "país rico é outra coisa". 

Vejam, as fotos das dependências simplórias e acanhadas do hotel suburbano onde a importantíssima comitiva brasileira ficou hospedada à custa do teu dinheiro, seu otário:
E daí? Ficou com inveja? Ficou indignado? Ou, como tem feito a maioria dos brasileiros, vai deixar pra lá?


Blog Deu o Carai em Vitória
Texto: Facebook/Politicarias

Projeto das Cotas sociais e Raciais nas Universidades Públicas é aprovado. E você, o que acha disso?




Para você que não sabia, o Senado aprovou o Projeto de Lei que trata da aplicação de cotas sociais e raciais para as universidades públicas.

A partir da entrada da lei em vigor, 50% das vagas serão destinadas a estudantes oriundos de escolas públicas. Dentro desta cota de 50%, ainda serão aplicadas cotas raciais e para estudantes muito pobres.

A reserva de vagas será aplicada por curso e turno. A ideia é que as cotas vigorem por 10 anos.

A cota social é aceita pela maioria, mas a racial não.

É um assunto polêmico, mas é preciso reconhecer que é eficaz na diminuição da desigualdade, na maioria dos casos. Mas vários problemas irão surgir da aplicação das cotas, e as universidades não estão preparadas para isso.

As bibliotecas estão péssimas, principalmente quando falamos em disponibilidade de livros para alunos de graduação.

Além disso, será inevitável termos um aumento de retenção de alunos, já que teoricamente (eu disse teoricamente), teremos maior número de alunos com problemas de formação básica.

No fundo, tudo isso é apenas o reconhecimento de que a educação pública é um lixo.


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Informações complementares: Blog Acerto de Contas

MEC lança manual de redação para candidatos do Enem 2012




Para você que estava mais preocupado com o Enem do que bêbado após acordar sem roupa, saiba que o Ministério da Educação (MEC) lançou o manual A Redação no Enem 2012 – Guia do Participante com informações sobre critérios de avaliação da redação do exame. O guia vai lhe orientar sobre como se preparar para a prova, que será aplicada nos dias 3 e 4 de novembro.

Elaborado pelo Inep, em conjunto com especialistas em língua portuguesa, o guia tem inicialmente a tiragem de 1,7 milhão de cópias, que serão distribuídas a todas escolas públicas do país na segunda quinzena de setembro. O Ministério também vai disponibilizar edições em braille e na forma ampliada para pessoas com déficit de visão. A versão online já está disponível na página eletrônica do Inep.

Os 5,8 milhões de candidatos da próxima edição do Enem, número recorde de inscritos, farão o exame em 140 mil salas de 1.600 municípios do país.



Blog Deu o Carai em Vitória
Informações complementares: Agência Brasil

E o que já está bom, pode ficar melhor ainda




E para você que há 73 dias não sabe o que é e nem ver a cor de um livro, saiba que as coisas só tem a piorar. Acontece que para a felicidade dos universitários, que também são o futuro do País, aumenta a probabilidade de que o calendário letivo de 2012 tenha que ser estendido até o início de 2013. Na maioria das 57 instituições, a paralisação teve início antes do encerramento do primeiro semestre. Com isso, quando a greve terminar, será necessário concluir as atividades para só então dar início ao segundo semestre de 2012.

O reitor da Universidade de Brasília (UnB), José Geraldo, explica que, quando a greve for encerrada, o calendário deverá ser reorganizado. Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), os professores encerraram as atividades antes da paralisação, mas o semestre não foi oficialmente finalizado porque a maioria não lançou as notas no sistema. Como as aulas foram concluídas, o reitor Carlos Alexandre Netto acha que não será necessário comprometer as férias de janeiro com a reposição – isso se a greve não se prolongar por muito tempo.

Além dos professores, os técnicos administrativos das universidades federais estão em greve desde 11 de junho. Em algumas universidades, a paralisação dos servidores também atrapalha o calendário, já que serviços como o lançamento de notas e matrículas podem ficar comprometidos. O governo espera resolver a situação com os professores para depois iniciar a negociação com os técnicos.

Até segunda-feira (30), professores se reunirão em assembleias para deliberar sobre o fim da greve. Ontem (26), docentes de pelo menos 12 universidades federais já rejeitaram a proposta apresentada pelo governo na terça-feira (24) e mantiveram a paralisação. São elas as universidades federais do Rio de Janeiro (UFRJ), de Santa Maria (UFSM), de Pernambuco (UFPE), Rural de Pernambuco (UFRPE), do Espírito Santo (Ufes), de Uberlândia (UFU), de Brasília (UnB), da Paraíba (UFPB), da Bahia (UFBA), de Goiás (UFG), de Pelotas (UFPel) e Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), os docentes aceitaram a proposta do governo, mas o fim da paralisação ainda depende da aprovação em um plebiscito.



Blog Deu o Carai em Vitória
Informações complementares: Agência Brasil


Calendário acadêmico das Federais segue indefinido


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Se você, estudante universitário federal, acredita que está próximo de deixar de assistir novelas e voltar a estudar, saiba que segue indefinido o calendário acadêmico para os alunos que estudam em universidades federais em Pernambuco. A greve de professores completou dois meses e a dos servidores, pouco mais de trinta dias. A mobilização dos docentes foi fortalecida com a paralisação dos professores e servidores de três campi de institutos federais do estado -Recife, Caruaru e Ipojuca.

A Associação de Docentes da Universidade Federal de Pernambuco (Adufepe) vai votar, na próxima sexta-feira (20), a suspensão do calendário acadêmico do primeiro semestre. Com a suspensão, as aulas do segundo semestre da UFPE - que tem campi no Recife, em Caruaru e em Vitória de Santo Antão - começariam após a reposição dessas aulas que faltam.

A Universidade Federal Rural de Pernambuco - cujos campi estão espalhados por Recife,Garanhuns e Serra Talhada - informou que o calendário só será discutido após o término da greve, quando os conselhos superiores serão convocados para decidir pela renovação ou não do calendário acadêmico. A UFRPE confirma que o calendário passa por atrasos, mas por enquanto não fala sobre a possibilidade dos estudantes 'perderem' o semestre, uma vez que as aulas que faltam para completar a carga horária podem ser repostas.

A Universidade do Vale do São Francisco (Univasf) decidiu pela suspensão do calendário letivo. Com isso, as aulas devem ser repostas assim que a greve terminar, para então começar o segundo semestre. Quando e como essas aulas serão repostas só deve ser decidido após o término da greve. A Univasf tem campi em Petrolina, São Raimundo Nonato (PI), Juazeiro(BA) e Senhor do Bonfim (BA).


Blog Deu o Carai em Vitória
Informações complementares: G1PE

 

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