Redes Social

Restaurante Popular de Vitória de Santo Antão



Uma das grandes promessas do governo municipal passado [governo que faz(ia)... cocô] era a construção do Restaurante Popular, que ofereceria refeições de altíssima qualidade a R$ 1, 00, saciando a fome daqueles desprovidos de uma nutrição saudável, como também dos pirangueiros de plantão. 
 
Para quem, ainda, não sabe, restaurante é um estabelecimento público no qual se reúnem todos os dias garçons, gordos, casais, homens que moram só e não sabem cozinhar, baratas, ratos, aranhas, moscas, galinhas mortas, bois mortos, dentre vários outros tipos de seres vivos (e mortos). Todos eles se reúnem no restaurante ou para preparar comida para fazer os outros engordarem, ou para comer e engordar, ou ainda para preparar comida para fazer os outros engordarem e comer e engordar escondido do patrão.

Para o Ministério de Desenvolvimento Social e Combate a Fome, os Restaurantes Populares além da atividade de produção e distribuição de refeições, devem desenvolver outras atividades de desenvolvimento social e geração de emprego e renda, caracterizando-se como uma estrutura multifuncional dentro da perspectiva do Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional. 

Mas, em Vitória de Santo Antão, o tempo passou, alguns alicerces foram erguidos, a gestão de Zé Chorão acabou, a gestão de Elias do Buraco iniciou, e quem esperava por uma comida barata acabou morrendo de fome, pois até agora o local está tão bem conservado que serve apenas como banheiro público, esconderijo de assaltantes e dormitório de animais.

O legal é que o local escolhido para a construção do Restaurante é uma região(Primitivo de Miranda) em que (não) vai de acordo com as especificações do M.D.S, uma vez que  “o Restaurante Popular deve estar situado em zonas isentas de odores indesejáveis, fumaça, pó, ou outros contaminantes e não deve estar exposto a inundações. O terreno deve possuir infra-estrutura urbana básica, a saber: redes públicas de abastecimento de água e de fornecimento de energia elétrica e, também, redes de captação para o esgotamento sanitário e as águas pluviais. Além disso, os acessos – tanto de pedestres, quanto de veículos – e seu entorno imediato devem ser pavimentados.”

Isso mostra a inteligência suprema daqueles que planejaram a vinda mais que necessária dessas Unidades de Alimentação e Nutrição.


Informações complementares: Portal do Ministério de Desenvolvimento Social

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